Tabela regressiva ou progressiva na previdência privada: como escolher

Por Teddy Amattos · Sobre o autor

Ampulheta, representando o longo prazo da previdência privada

Quando você pensa em previdência, a primeira dúvida é o imposto: regressiva ou progressiva? A tabela regressiva reduz a alíquota conforme o tempo que o dinheiro fica aplicado, e a progressiva segue a tabela do imposto de renda, que depende do valor retirado. Pela Lei 14.803/2024, segundo a InvestNews, a escolha do regime pode ser feita no resgate ou no recebimento do benefício, e não mais só na contratação. Eu explico com cuidado, porque o Teddy não vende previdência, e este texto é educativo.

O que é a tabela regressiva?

É uma tabela em que a alíquota cai com o tempo de permanência. Segundo o blog da MAG, ela pode chegar a 10% depois de dez anos. A lógica é premiar quem deixa o dinheiro por mais tempo. Pelo meu conhecimento geral, a escada começa em 35% para até dois anos e cai a cada dois anos, mas confira os números atuais na Receita Federal antes de usar.

O que é a tabela progressiva?

É a que segue a tabela de imposto de renda da pessoa física. Quanto maior o valor retirado, maior a faixa aplicada. Como as faixas do imposto de renda mudaram recentemente, vale olhar a tabela vigente na Receita Federal em vez de decorar números.

Qual é a diferença entre PGBL e VGBL?

Segundo a Renova Invest:

  • No PGBL, você pode deduzir até 12% da renda bruta tributável na declaração completa, e o imposto incide sobre o valor total resgatado.
  • No VGBL, não há dedução, e o imposto incide só sobre os rendimentos.

Quem faz a declaração simplificada não aproveita a dedução do PGBL. Essa é uma das primeiras perguntas que eu faria a quem pensa em contratar.

A escolha do regime é para sempre?

Antes da Lei 14.803/2024, a escolha era feita na contratação e valia daí em diante. A mudança permite decidir no momento do resgate ou do recebimento do benefício, segundo a InvestNews. Vale ver isso como uma flexibilidade, sem esperar que resolva tudo. A decisão depende do valor que você vai retirar, da sua renda na época e do tempo de aplicação, e isso só se sabe no futuro. Peça à instituição a regra aplicável ao seu plano.

Quando a regressiva costuma ser mais citada?

Quando a pessoa pretende deixar o dinheiro por muitos anos, porque a alíquota cai com o tempo. Isso é uma descrição de como a tabela funciona, e não uma indicação de que o plano serve para você. Em muitos casos, outras opções de investimento por conta própria também merecem comparação, e a comparação precisa incluir taxas.

Perguntas frequentes

Posso trocar de tabela depois de contratar?

Segundo a InvestNews, a lei atual permite escolher o regime no resgate ou no recebimento do benefício. Como as regras mudam, confirme com a instituição e com a Receita Federal antes de decidir.

A tabela regressiva é sempre melhor?

Nem sempre. Depende do tempo de aplicação, do valor retirado e da sua faixa de renda. Faça a comparação com números reais do seu caso.

O Teddy vende previdência?

Não. Hoje eu atuo com seguro de vida e coberturas relacionadas. Este conteúdo é educativo, e a contratação de previdência é feita diretamente com a instituição que você escolher.

Quer conversar sobre planejamento do futuro?

Veja a consultoria de investimentos, o Mapa do Tesouro ou a página de seguro de vida para proteção da família. Sobre mim, a página Sobre. O contato é pelo WhatsApp.

Fontes: InvestNews; Blog da MAG; Renova Invest; Receita Federal.
Conteúdo informativo e educacional. Não constitui recomendação individualizada de investimento. Investimentos envolvem risco, inclusive de perda. Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

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